Portugal quer aumentar o número de praticantes de golfe


Depois de ter sido distinguido, pelo terceiro ano consecutivo, como melhor destino mundial para a prática de golfe – galardão atribuído nos World Golf Awards em novembro do ano passado – a Federação Portuguesa de Golfe está, agora, focada na missão de aumentar o número de jogadores desta modalidade desportiva.

Segundo o presidente da Federação Portuguesa de Golfe, Miguel Franco de Sousa, “ao contrário do que tem sido tendência a nível mundial, em que os praticantes têm diminuído, em Portugal registámos um crescimento ligeiro nos últimos três anos”. “O número de jogadores federados subiu de 14 094, em 2014, para 14 600, em 2016”, revelou, ainda.  Com base nestes números e sendo o golfe, a par do surf, um dos dois desportos considerados estratégicos para a promoção externa do país, a atual direção da Federação Portuguesa de Golfe quer, até 2028, chegar aos 50 mil jogadores.

Recorde-se que o golfe tem vindo a atrair, cada vez mais, turistas de todo o mundo, que vêem no nosso país um paraíso para a prática do desporto. Segundo o Conselho Nacional da Indústria do Golfe (CNIG), anualmente, 300 mil turistas visitam Portugal para jogar golfe, o que gera receitas diretas para este setor estratégico do turismo de Portugal, avaliadas em cerca de 120 milhões de euros.

Este ano, Portugal volta também a ter dois torneios no calendário do European Tour, com o regresso, sete anos depois, do Open de Portugal, a disputar entre 11 e 14 de maio no Morgado Golf Resort, em Portimão. Já o Portugal Masters mantém-se no Oceânico Victoria de Vilamoura, entre 21 e 24 de setembro. Ricardo Melo Gouveia e José Filipe Lima vão competir, neste que é o principal circuito europeu da modalidade, e a Federação Portuguesa de Golfe acredita que a maior divulgação da modalidade pode ser favorecida pelos bons resultados dos dois jogadores nacionais.

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